Como conseguimos um modelo que não parou com o coronavírus

Era 2013, já atuávamos nacionalmente e nosso modelo de operação sem interrupção foi posto à prova pela primeira vez com um apagão que deixou parte do país às escuras. Enquanto os estados paravam, cerca de 500 pessoas trabalhavam sem nenhum desconforto, nos ambientes refrigerados e alimentados por geradores que havíamos construído.

Quando pensamos as nossas unidades pensamos para continuarem, ainda que todo o país parasse; e provamos que era possível. Porém na construção de cenários de crise, surgiu um no qual imaginamos uma catástrofe que impedia nossa equipe de chegar às nossas unidades.

Frente a este novo desafio, desenhamos um modelo no qual os atuais mais de 700 colaboradores são capazes de trabalhar remotamente. Isso garantindo notebooks atualizados a cada três anos, acessos por meios como VPNs e TS a servidores físicos, e o desenvolvimento de softwares que tinham todo seu funcionamento em nuvens.

Na verdade, como a época o custo com links ainda eram elevado, tornamo-nos nuvens para nossos correspondentes, unidades e colaboradores; migrando em definitivo para os melhores serviços de cloud tão logo ocorreu a queda nos valores dos links. O que, associado a tecnologias de colaboração e videoconferência, foi o passo final para nos tornamos, provavelmente, o primeiro escritório brasileiro capaz de atuar de forma totalmente digital.

Hoje, com a quarentena social do Coronavírus, muitos estão sofrendo para manter suas operações, enquanto seguimos normalmente. Graças ao hábito de trabalhamos no presente, mas sem descuidar dos desafios possíveis do futuro.

Christiano Sobral
Diretor Executivo

PESQUISAR